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Adaptar-se não é fácil. Principalmente quando as juntas já estão menos lubrificadas e os neurônios não tão espertos. Mas é preciso. São muitas as empresas que estão passando por mudanças, transformando funcionários em terceiros antes que saiam por último. Sem luz para apagar.

Meu pai ficou no mesmo emprego até se aposentar. Eram outros tempos. Hoje, podemos esquecer o emprego como o conhecemos no passado. As coisas mudam rapidamente. Quem fabricava cigarros, agora faz biscoitos. Amanhã deve fabricar brinquedos. Ontem precisava de um químico, hoje procura um nutricionista, amanhã vai contratar um educador. Dá para manter o mesmo quadro? Não.

Como acontece com um parque de diversões, acontece com empresas hoje. O parque monta alguns brinquedos em uma cidade, depois desmonta e monta em outra com brinquedos diferentes. O mercado em cada momento exige uma configuração diferente. Nunca é igual. Como acompanhar isso? Não sei. Acho que é acompanhando. Porque não há outra maneira.

Empresas virtualizadas e produções terceirizadas. Até eu trabalho assim. Dependo de parcerias espalhadas por aí. Especialistas para projetos específicos. Indústrias caminham assim. Não vou me surpreender se meu próximo carro for da marca Nike ou McDonalds. O emprego pode desaparecer como o conhecemos, mas o trabalho não. Porque negócios não existem sem pessoas. Que não compram sem trabalho. Fique com "Negócios Preservados".

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