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Mais de duzentos olhos me fixavam, atentos, no auditório da G.D do Brasil, uma grande indústria de máquinas. Minha palestra, “A Satisfação do Cliente como Ferramenta de Lucratividade”, faria a abertura da 1a. Semana da Qualidade. A responsável pelo RH da empresa revelava uma natural apreensão. A “Semana da Qualidade” estava sendo aguardada com ansiedade. Nada poderia dar errado. Nem eu.

Do palco improvisado em uma área da fábrica, eu podia perceber as expressões de cada colaborador da empresa. Estavam ávidos por conhecimento, idéias, rumos. Uma disposição muito diferente daquela encontrada em algumas empresas de alguns anos atrás, quando eventos eram encarados como entretenimento. Hoje todos começam a se sentir donos do negócio. Sabem que nenhuma empresa funciona sem pessoas e que estão ali para fazer a empresa funcionar. E lucrar.

A tônica da palestra era a rapidez das mudanças e a inadequação dos profissionais de hoje aos velhos paradigmas, quando ninguém pensava em trabalhar com sinergia, criando empatia dentro e fora da empresa. Mas não usei as palavras “paradigma”, “sinergia” ou “empatia”, o famoso trio que alguns acreditam acrescentar prestígio a uma palestra de sucesso. Mas falei de romper com o passado, ligar com o presente e se encantar com o futuro. O trio que não pode faltar em uma empresa de sucesso que acrescenta prestígio a quem nela trabalha.

Para isso acontecer, trabalha-se cada vez mais dentro do conceito de time: pessoas com diferentes habilidades e competências chutando uma mesma bola para um mesmo lado. Um relacionamento com unanimidade de visão, essa coisa que atrai o esforço de todos na mesma direção. Fazendo com que todos "vistam a camisa". Ao contrário do Francisco, que não vestiu camisa alguma. Veja em “Aquecendo as vendas”.

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