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Dizem que é fácil distinguir uma planta de uma erva daninha. A primeira você rega e ela morre. A segunda você arranca e ela volta. O segredo da manipulação genética estaria em transformar plantas em ervas daninhas e vice-versa. Unir a utilidade de uma com a vitalidade da outra.

É impossível ter só plantas na plantação. E nem é bom. No passado minha cidade era cercada por laranjais. Nunca descobri se a cidade se chama Limeira porque tinha muitos laranjais ou se tinha muitos laranjais por se chamar Limeira. A lenda conta que um frei morreu por aqui enquanto acompanhava os bandeirantes. Como levava um saco de limas para combater a febre, e morreu da dita cuja, foi enterrado com as limas no saco. Ali nasceu a limeira.

Não sou tão velho, portanto não vi essa limeira. E de bandeirantes só conheço a rodovia. Mas os pomares que vi na infância eram limpos como um terreiro de café. Até alguém descobrir que um pouco de mato até fazia bem e os pomares ficaram mais verdes. Outros descobriram culturas associadas, uma ajudando a outra. E os pomares viraram plantações.

Essa engenharia agronômica acontece nas empresas. Há pragas que não têm solução, mas há casos de culturas que se complementam e se ajudam. Saber formar essa mescla -- transplantar de cá para lá -- é o dedo verde que todo profissional de RH deve ter. Como na gestão do conhecimento, ciência que não pode ser decapitada da gestão de cabeças. Como você lê na crônica de hoje, “Gestação do Conhecimento”. Boa leitura e bons negócios.

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