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Em uma semana particularmente cheia, minha crônica sai com a data de antes tarde do que nunca. E já começo corrigindo um equívoco. Em “Marketing de tirar o chapéu” digo que o chapéu de Indiana Jones foi fabricado em Limeira, pela Prada. Esta informação obtive do folclore local e de um único site na Internet.

Uma leitora escreveu: “Os chapéus do Indiana Jones não foram fabricados pela Prada e sim pela Cury de Campinas.” Nova busca na Internet revelou que realmente foi a Cury que fabricou o original. O que faço agora com o chapéu de minha crônica?

Felizmente não escrevo fatos ou notícias, mas crônicas, um estilo que mistura realidade, ficção e folclore em um mesmo balaio. Lembro o expediente utilizado para filmar biografias. Fábio Massaine Scrivano, que escreve no site Cineweb, comenta que o roteiro do filme “Uma Mente Brilhante” esconde fatos que poderiam comprometer o sucesso do filme. “Omite, por exemplo, que Nash abandonou na pobreza um filho que teve antes de casar-se com Alicia, seus supostos envolvimentos homossexuais e atitudes indecentes."

Tudo explicadinho, vou dar um jeito no texto original, trocando “fabricados em Limeira pela Prada, a mesma que fez o do Indiana Jones” por “fabricados em Limeira pela Prada, a mesma que fabricava um modelo igual ao do Indiana Jones.” Acho que assim fica tudo resolvido. Prometo nunca mais misturar ficção e folclore com realidade. Pelo menos até você começar a ler a crônica de hoje, “Blogterapia”. Fala de uma história que até Indiana Jones vai querer estrelar.

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