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Já tinha quase terminado. Tudo tinha corrido tranqüilo. Não engasguei, o botão do terno agüentou a pressão e não deu aquele branco total, pesadelo dos palestrantes. Por mais de uma hora, consegui dividir o olhar de modo sistemático e natural entre as três câmeras do estúdio em Curitiba. Falava para lentes que filtravam minha imagem e a enviavam, via satélite, pelo canal de TV corporativa da DTcom até os pontos onde minha fala era despejada sem respingos de saliva.

O evento de Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva, promovido pela IBC - International Business Communication, reunia ainda Marcos Cavalcanti, Alfredo Passos e Fernando Domingues Jr. Até aquele ponto eu pensava não ter pisado na bola. Só pensava. Até que a última pergunta, via telefone, foi colocada no ar. Alguém questionava o fato de eu estar usando “funcionários”, e não “colaboradores”, ao falar das pessoas nas empresas.

Eu pisara na bola, ao sucumbir ao costume da velha terminologia. O que fazer? Pedir os comerciais e fugir? Não tinha como. O jeito foi agradecer o puxão de orelha e reconhecer a falha. Realmente, não se pode falar em mudanças sem mudar. E mudanças começam quando mudamos primeiro nossa cabeça, ou não haverá como mudar as cabeças alheias. Mas mudar exige flexibilidade e presteza. Justamente o tema de nossa crônica de hoje. Fique com “É um pássaro? É um avião? Não! É o Multitarefa!”

E por falar em mudar, mudei o número de meu celular. Anote: (19) 9789-7939.

Boa leitura e boas mudanças.

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