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Minha última crônica, "Mantendo o ensino a distância" produz seqüência e, espero, seqüelas. Pelo menos as de uma atenção maior, da parte de quem cria e ensina, para elementos que não podem faltar no ensino e diminuam a distância.

A ausência da presença de um professor ao vivo e em cores ainda é uma dificuldade para quem não tem a disciplina de um estudo solitário. Isso pode ser, em parte, compensado por um bom projeto e - principalmente - muito tato. Ninguém estuda se não for por medo da régua ou pelo desejo do resultado. Como a régua não é tão longa que alcance o crânio dos estudantes virtuais, só nos resta trabalhar o resultado ao alcance de suas mentes.

Porém, o resultado, assim como uma marca, não é o que o educador quer passar, mas o que o educando espera ganhar. Detectar isto é o primeiro passo. Depois vem o segundo, o terceiro, a carreira toda. Que vai deixando de ser tão inatingível à medida que um público novo vai entrando na sala. Virtual. Para o qual a distância do próprio nome do ensino não faz mais sentido em um mundo sem distâncias.

Um pouco disto você lê em minha crônica de hoje, "Diminuindo a distância do ensino a distância".

Boa leitura, bons estudos, bons resultados e bons negócios.

P.S. Mais um jornal, "O Estadão do Norte", de Rondônia, passa a publicar minhas crônicas. Até hoje, já contei quase 300 sites, jornais, revistas e boletins eletrônicos que publicaram ou publicam com alguma regularidade. Você pode fazer o mesmo em seu veículo ou boletim, comercial ou institucional, sem ônus. Veja como aqui.
Você mandaria para seus clientes um catálogo da concorrência? Com nome, endereço e uma amostra do que cada um é capaz? Parece loucura, mas é exatamente o que estou fazendo. Não é por faltar algum parafuso, mas por estar seguro de ter cada um deles bem apertado que decidi fazer assim.

Sua posição no mercado não depende da falta de exposição de seus competidores. Se depender, é melhor dar bye-bye ao seu negócio, porque o cliente vai descobrir, cedo ou tarde, que eles existem. Mais cedo do que tarde, graças ao poder que tanto cliente como concorrente tem hoje de encontrar e ser encontrado.

A posição de um produto ou serviço no mercado depende de seu diferencial. Da singularidade, que o torna único e especial. Por isso decidi enviar a alguns clientes como presente de fim de ano o CD “Motivação & Resultados”, produzido por Raul Candeloro e Roberto Vieira Ribeiro e lançado pela Revista Venda Mais. Ali, além de mim, dezenove outros consultores e palestrantes narram dicas para gerar motivação e resultados nas empresas.

Todos são excelentes profissionais, mas eu sou único. Como cada um ali também o é. Único e especial naquilo que faz. Na área de serviços, ser singular inclui indicar outros singulares a seus clientes, para que estes ganhem com a pluralidade que você lhes possibilitou.

Além disso, nem sempre profissionais e empresas precisam se colocar como concorrentes. Competidores, sim, quando disputamos um mesmo jogo em times diferentes. Mas existem momentos em que é preciso jogar no mesmo time para garantir a taça. Isto se chama parceria, capaz de somar competências com um resultado maior até do que a soma do valor nominal de cada uma delas.

É o que ocorre com o novo seminário que anunciei em meu último boletim, “Como transformar sua empresa no melhor lugar para se trabalhar”, com a participação de Antonio Guerreiro, criador da filosofia de gestão “O Poder da Camisa Branca” e autor do livro de mesmo nome a ser lançado dentro de alguns meses.

Fique agora com “Mantendo o ensino a distância”. Boa leitura, bons estudos e bom trabalho.

Mario Persona

P.S.: Infelizmente o evento em Florianópolis, do qual eu participaria em 27/11/02, foi cancelado pelos organizadores. Mas estarei em Porto Velho dia 21/11/02 falando de marketing para profissionais de saúde. Informações com nicandro@enter-net.com.br ou
clicando aqui.

Muito trabalho. Eu sei, já dei esta desculpa antes. Mas foi o que transformou minha crônica semanal em mensal. Ou eventual. Não imaginava ser eleito para trabalhar tanto neste final de ano. E leitores ficaram na mão. Promessas não serão cumpridas. Eu disse que seria semanal? Bem, ainda preciso de uma boa desculpa para não cumprir o prometido. Nessa hora, nada como um marketing marotinho. Você acreditaria se eu dissesse que adotei a estratégia de criar expectativa em meus leitores?

Nos últimos dias aprendi novas lições de flexibilidade. Dei palestras de vendas para vendedores (Revista Venda Mais), atendimento ao cliente para feirantes (Secretaria da Agricultura), gestão de qualidade para diretores e gerentes da indústria automobilística (Fiat-GM Powertrain), desenvolvimento pessoal e profissional para universitários (UNISSA), gestão de TI para alunos de um MBA (Uninove), redação de crônicas para adolescentes (Colégio Ativo)...

Alguém poderá dizer: “Xiii... o Mario perdeu o foco”. Engano. O foco está nas pessoas e empresas ainda precisam de pessoas para funcionar. Trabalhe a qualidade e a postura dessas pessoas e você trabalha a organização. Com que periodicidade precisam aprender? Sempre. Então, quando ensinar e treinar seus colaboradores? Sempre.

Enquanto isso, o Curso Qualidade no Atendimento em Consultórios Médicos que criei vai conquistando mentes e corações. Nem eu me canso de ouvir a voz da Eustáquia, na rádio-novela de 40 capítulos que faz parte do pacote com 8 vídeos motivacionais, lições, testes e exercícios. Escute a Eustáquia aqui.

Mas não é só de ensinar que vivo. De aprender também. Por isso ingressei no pós-graduação de Orientação Pedagógica em Educação a Distância da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul que, por sinal, é um EAD reconhecido pelo MEC.

Quando a palestra não é “in company”, dá para convidar meus leitores. Estarei em Porto Velho em 21/11/02 com a palestra “Comunicação Pessoal e Marketing para Profissionais de Saúde”. Contato com nicandro@enter-net.com.br.

Dia 27/11/02 você me encontra em Florianópolis falando sobre “A Internet como extensão da empresa e do profissional liberal”. [08/11/02 Em tempo: Acabo de receber a notícia de que a MBA Eventos, organizadora do evento, foi obrigada a cancelar a palestra por motivos internos.]

Não gostei muito da crônica de hoje. Talvez você goste, não sei. Mas a próxima deve sair melhor. Mas, pior do que a seguinte, pois preciso melhorar sempre. Deitado em berço esplêndido só no hino. Na vida real, o negócio é ficar atendo quando as portas se abrem. Ou as janelas se fecham. Como em “Fechando portas e janelas de comunicação”, a crônica-cabeça de hoje.

P.S. Em breve devo anunciar um novo produto em palestra/workshop, especialmente voltado para a qualidade e gestão de pessoas. Uma filosofia de gestão criada por um brasileiro e disseminada em mais de duzentas grandes empresas em todo o mundo.

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