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O hotel

O motorista do táxi que me levou do aeroporto ao hotel em Fortaleza deve ter feito sua última viagem de taxista. Ou ele morreu depois em alguma esquina perigosa como as que ele cruzou comigo usando de freio apenas a buzina, ou será a grande revelação da próxima temporada da Formula 1.

O grampo

Você está grampeado? Sim, está, e eu também. O grampo está aí e só não vê quem não quer. Outro dia pesquisei no Google o nome de um palestrante amigo para encontrar seu site. Daquele dia em diante não tive mais sossego. Sempre que entro em algum site ou em meu mural no Facebook vejo a cara de meu amigo sorrindo para mim, como se dissesse: "Sou seu concorren-te! Sou seu concorren-te! Estou aqui e você não está-á! Rá-rá-rá!". Confesso que começo a não gostar dele. Grampearam minha vida na Internet.

O Terminal ou o dia em que me senti Tom Hanks

Não encontrei título melhor para esta crônica do que “Terminal”. Mas não é sobre a condição de quem já se aproxima dos sessenta anos e ainda não conseguiu um “refil”, mas de Terminal mesmo, aquele lugar onde você embarca ou desembarca. No caso específico desta minha experiência, eu, que não sabia como se sentia um artista de Hollywood, acabei descobrindo. Um título alternativo seria “O dia em que me senti Tom Hanks”, numa alusão ao filme com o ator cujo personagem morava em um Terminal de aeroporto. Como vivo no Terceiro Mundo, no meu caso o terminal  não é de aeroporto, mas de rodoviária.

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