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Nos últimos doze meses recebi em meu site mais de 350 mil visitantes, que folhearam cerca de 800 mil páginas. Sem contar as crônicas, enviadas a assinantes - cinco mil por semana - e as que saem nos jornais, revistas, sites e boletins eletrônicos. Em agosto, um cálculo estimado dessas tiragens chegava a 6 milhões de exposições, sem contar os que enviam para amigos por e-mail. Nada mal, para quem não é dono de rádio, TV ou jornal.

Qualquer profissional pode usar a Internet para promover seus serviços. Só não pode fazer SPAM, a odiosa prática de envio de propaganda não solicitada. Listas de e-mails são hoje vendidas por tostão a incautos que acreditam que enviar e-mail a torto e direito é fazer publicidade. Não é.

Recebo uma enxurrada de mensagens prometendo riqueza, saúde e felicidade. Ou poções mágicas para aumentar o que estiver faltando e diminuir o que estiver sobrando. Será que alguém acha que vou contratar serviços de reforma de móveis na Argentina ou instalação de antenas de TV em Portugal? Isso sem falar no país mais rico do mundo, a Nigéria, onde milhões de dólares me esperam, oferecidos por filhos, filhas, viúvas e funcionários de confiança de algum dignatário que colecionava propinas. Todos ansiosos por dividir comigo o dinheiro.

Empresas que adotam o SPAM com hábito de propaganda caem nesse mesmo saco e categoria. Nem imaginam o estrago que fazem contra a própria marca. Falei disso em “SPAM - A Pá de Cal do Marketing”. Deleto todas, além de incluir seus remetentes em meu filtro de e-mail. Na próxima, elas param ali, sejam idôneas ingênuas ou vigaristas assumidas. Todas na vala comum do lixo eletrônico. Fiz do filtrar e deletar um hábito, já que não posso mudar o hábito alheio de importunar. E, por falar em hábitos, fique com minha crônica sobre hábitos no trabalho, “É de pequenino que se torce o pepino e outras avenças”.

Boa leitura e bons hábitos!

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