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"Hello, Houston... ready for going home!"

Originalidade não tem preço. E às vezes não tem custo também, quando acompanhada de criatividade e inovação. Tem muito profissional por aí querendo ser a última bolacha do pacote ao tentar imitar grandes empresas, se espelhar em grandes personagens da vida empresarial ou se municiar de mais diplomas do que a parede do escritório pode aguentar Tudo muito bom, tudo muito válido, mas tudo muito inútil se não existir inovação, criatividade e singularidade da imagem e da proposta. Todos os expoentes do mundo dos negócios chegaram ali porque um dia foram diferentes, pensaram criativamente e correram riscos ao saírem fora da zona de conforto e segurança do status quo vigente.

Eu conspiro, tu conspiras, eles acreditam.

Se eu recebesse um real para cada vez que digo "A TERRA É REDONDA" ou "O HOMEM FOI À LUA" estaria rico. É que sempre que publico algo assim nas redes sociais recebo uma enxurrada de mensagens de pessoas querendo me corrigir, algumas educadamente como quem fala com um doente mental que não deve ser contrariado, outras iradas me esconjurando e amaldiçoando, como se eu fizesse parte de alguma seita diabólica. Ou de uma conspiração dos que são contra as teorias conspiratórias

Nem tudo que reluz é ouro

JOVEM UNIVERSITÁRIO, dezenove anos, simpático, condução própria, procura garota para relacionamento afetivo. Eu me sentia assim, quando o recepcionista do Casa Grande Hotel, no Guarujá, abriu a porta de meu Corcel 74 para eu descer. A garota, colega de faculdade que passava as férias na mesma cidade, estava hospedada ali e aceitara meu convite para uma tarde juntos. Meu sonho se transformava em realidade.

Parem as maquinas!

Quando eu era criança, se alguém me perguntasse qual seria o futuro do jornal eu saberia responder: o açougue. É que na época eu achava que jornal eram aquelas folhas enormes que entravam em nossa casa de duas maneiras: para meu pai ler ou embrulhando a carne.

Memoria como areia nos dentes

Algumas formas de memória são tão poderosas que nos acompanham por toda a vida. A memória musical, por exemplo, que os pesquisadores descobriram ser mais forte até que os casos mais graves do Mal de Alzheimer. Pessoas que já não respondem a estímulos de qualquer natureza, saem de sua letargia quando escutam a música que marcou sua infância ou juventude.

O fim do livro

Enquanto a tecnologia vai se intrometendo em todos os cantos de nossa vida, alguns já começam a prefaciar que o livro, como o conhecemos, logo será uma página virada. Terá cumprido seu papel. Sem poder resistir aos meios eletrônicos de edição, armazenagem e leitura da informação.

Yes, nós temos cana

O Tio Sam veio aqui, chupou cana, escovou os dentes e assoviou de contente. Se antes o vizinho era o Canadá, agora vizinho é qualquer país onde cana dá. O Brasil se alvoroçou, Zé Carioca sambou e Carmem Miranda cantou: “Yes, nós temos cana!” O petróleo virou vilão.

Meus dias de revolucionario natureba

Uma pessoa que nasceu em 1991, e não sabe o que é viver sob um regime militar, me escreveu perguntando como teria sido minha vida naquela época. Fez bem em perguntar, porque a maioria dos que hoje vivem protestando nas redes sociais sequer existiam naqueles ano,s e seu protesto costuma ser fomentado mais por terceiros de terceiros, alguns deles simpatizantes da guerrilha armada que na época era contra o regime. A mesma que depois engordaria sem regime no comando do país.

O candidato seria melhor se estivesse mais solto no debate

Debates, entrevistas e pesquisas apontam como preferido um ex-presidente cujos ministros e assessores foram praticamente todos processados ou presos por corrupção (se fosse diretor de empresa teria sido preso pela Lei Anti-Corrupção, pela qual o administrador responde por desvios da empresa).

Desculpe. Foi e-Engano. - Mario Persona

TODOS COMETEMOS GAFES, até chefes de estado, al-guns deles pelo simples fato de se candidatarem. No funeral de Charles De Gaulle, Richard Nixon declarou ser aquele um grande dia para a França. Uma vez Jacques Chirac disse que estava contente por receber o presidente do México, Fernando Henrique Cardoso. E Dan Quayle, ex-vice dos EUA, deu tantos foras, que só podia mesmo dizer: “Mereço respeito pelas coisas que não fiz”.

Posso fazer uma pergunta?

Há alguns anos, descobri que era surdo. Hein? Não, nem tanto. Foi num exame médico para ser admitido numa empresa. Daqueles em que você fica numa cabine à prova de som e aperta um botãozinho sempre que escuta um apito nos fones de ouvidos.

Minha vida esportiva

Não me lembro do que possa ter despertado em mim a vontade de praticar esportes. Será que foi o presente que alguém me deu no aniversário, um par de raquetes de pingue-pongue, com rede e bolinha? Talvez. Como não tinha mesa, aquilo só serviu para me deixar com vontade de jogar.

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