O jovem Albino Buzolin estava inquieto. Da missa em latim, aquele descendente de italianos só entendia o "Amém". Seus pensamentos voavam, competindo em leveza com as baforadas que escapavam do incensário, balançado pelo sonolento coroinha. O único canto que chamava sua atenção naquele momento era o canto dos olhos. Este acabara de enxergar algo que fez o alarme de sua criatividade soar. A campainha do sonolento coroinha soou bem depois.
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Youtube, widescreen e pensamento bi-hemisferico
Tá todo mundo atrás de uma solução milagrosa para a crise. Quer uma idéia? Veja o Youtube. Reparou que ele esticou? Virou widescreen.
Ao mestre, um carrinho.
O menino tinha os olhos fixos nas mãos do avô. Seu pescoço esticado tentava compensar os menos de quatro anos de estatura. Aquela oficina improvisada no quintal era seu reino encantado e o passatempo do aposentado.
Youtube, widescreen e pensamento bi-hemisferico
Tá todo mundo atrás de uma solução milagrosa para a crise. Quer uma idéia? Veja o Youtube. Reparou que ele esticou? Virou widescreen.
Se já era preciso ser criativo para encher de tutano aquela telinha 4:3 copiada da TV antiga, imagine encher a linguiça 16:9. Para enfrentar a crise o jeito é pensar widescreen, igual ao Youtube, colocar os dois hemisférios para trabalhar.
Já viu como todo mundo está cortando tudo? Custos, pessoal, material, cafezinho. Ok, não ia dar mesmo para continuar com toda aquela gordura. Mas onde você acha que isso vai chegar? Quando todos cortam custos, todos ficam de custos cortados. Iguais, idênticos, sem qualquer diferencial competitivo. Sim, isso já é uma big mudança, mas é uma mudança commodity, compulsória e global, que não diferencia ninguém.
A mudança que faz a diferença não é a imposta pelas circunstâncias, mas a desencadeada pela criatividade e inovação. Criatividade é a geração de novas idéias, e inovação é colocá-las em prática. O resultado é a mudança que tira você da tela estreita da mesmice e o coloca numa faixa do espectro de idéias que ninguém ainda ocupou.
Para isso você vai precisar usar o resto da tela de seu cérebro, despertar sua lateral direita, entorpecida, e pensar de modo bi hemisférico. Mono hemisféricos nós já somos, treinados que fomos por escolas que mataram a criatividade e nos transformaram em maquininhas de pensamento lógico, racional e analítico.
É na escola que a professora interrompe o vôo da nave espacial que nossa mão faz dar piruetas no ar, para explicar que aquilo não passa de uma caneta. A escola joga uma pá de cal cartesiano na fantasia colorida da infância, e somos catapultados sem piedade para o mundo cinzento dos adultos.
Na escola quem acerta na prova se dá bem. Na vida, quem erra, aprende e tenta mil vezes se dá melhor. A menos que você comece a desenvolver alguma atividade criativa nas profundezas do hemisfério direito de seu cérebro, seu destino é virar mais um Smith do Matrix, aquele com óculos de camelô e gravata do avô. São poucos os neolíderes da verdadeira revolução, a criativa.
O líder da mudança criativa é otimista, vive em busca de oportunidades. É também tolerante para com o erro porque aprende com ele. É bem humorado porque se diverte fazendo o que faz. É curioso, indagador, e não tem medo de dizer que não sabe e quer aprender. É apaixonado e se entusiasma com a facilidade de uma criança.
Esse líder adora procurar sarna pra se coçar, enfiar o nariz onde não foi chamado e grudar num problema que ninguém quis resolver. É contagiante. Você não consegue passar perto dele sem ser abordado, agarrado e persuadido pela paixão com que ele tenta vender suas idéias.
Mas você não será criativo se continuar pensando do jeito mono hemisférico que treinou na escola. E nem se cair no equívoco dessa forma de trabalho em equipe que encontra em algumas empresas.
Nas empresas quadradinhas, trabalho em equipe é tudo aquilo que visa chegar a um resultado de consenso. Tá bom, você conhece alguma obra de arte pintada por uma comissão? Arte verdadeira é aquela que a genialidade de um artista pintou e foi reconhecida como tal por um grupo de pessoas. A equipe.
Dê a lista de autores de "Senhor dos Anéis", toque uma sinfonia composta pela equipe da qual Beethoven fazia parte, ou sugira ao Hamilton tentar ser campeão outra vez levando no cockpit o pessoal do box. Entendeu agora que equipe é uma soma de talentos individuais e não a sua diluição? Que equipe é um terreno que produz ouro, não amálgama?
Infelizmente muitos líderes não vêem assim. Eles estão mais para carpinteiros que enxergam seus subordinados como pregos numa tábua. É só perceber uma cabeça saliente e ele martela até ficarem todas iguais.
Posfácio: Tive um trabalho doido para colocar meus vídeos lado a lado e, principalmente, para sincronizar as falas, pois não uso nada sofisticado: Windows Movie Maker (para edição de vídeos) e Audacity (para edição de áudio) e um pouquinho de criatividade. Mas criativo mesmo é esse cara, mesmo que as vozes não sejam dele (é dublagem):
Do autor do vídeo: All the 4 beautiful voices belong to the men from Moosebutter. They are a professional a cappella comedy group from Utah, and were kind enough to assist me in the making of this video. Check them out and hear more hilariously awesome songs at http://www.moosebutter.com/
Se já era preciso ser criativo para encher de tutano aquela telinha 4:3 copiada da TV antiga, imagine encher a linguiça 16:9. Para enfrentar a crise o jeito é pensar widescreen, igual ao Youtube, colocar os dois hemisférios para trabalhar.
Já viu como todo mundo está cortando tudo? Custos, pessoal, material, cafezinho. Ok, não ia dar mesmo para continuar com toda aquela gordura. Mas onde você acha que isso vai chegar? Quando todos cortam custos, todos ficam de custos cortados. Iguais, idênticos, sem qualquer diferencial competitivo. Sim, isso já é uma big mudança, mas é uma mudança commodity, compulsória e global, que não diferencia ninguém.
A mudança que faz a diferença não é a imposta pelas circunstâncias, mas a desencadeada pela criatividade e inovação. Criatividade é a geração de novas idéias, e inovação é colocá-las em prática. O resultado é a mudança que tira você da tela estreita da mesmice e o coloca numa faixa do espectro de idéias que ninguém ainda ocupou.
Para isso você vai precisar usar o resto da tela de seu cérebro, despertar sua lateral direita, entorpecida, e pensar de modo bi hemisférico. Mono hemisféricos nós já somos, treinados que fomos por escolas que mataram a criatividade e nos transformaram em maquininhas de pensamento lógico, racional e analítico.
É na escola que a professora interrompe o vôo da nave espacial que nossa mão faz dar piruetas no ar, para explicar que aquilo não passa de uma caneta. A escola joga uma pá de cal cartesiano na fantasia colorida da infância, e somos catapultados sem piedade para o mundo cinzento dos adultos.
Na escola quem acerta na prova se dá bem. Na vida, quem erra, aprende e tenta mil vezes se dá melhor. A menos que você comece a desenvolver alguma atividade criativa nas profundezas do hemisfério direito de seu cérebro, seu destino é virar mais um Smith do Matrix, aquele com óculos de camelô e gravata do avô. São poucos os neolíderes da verdadeira revolução, a criativa.
O líder da mudança criativa é otimista, vive em busca de oportunidades. É também tolerante para com o erro porque aprende com ele. É bem humorado porque se diverte fazendo o que faz. É curioso, indagador, e não tem medo de dizer que não sabe e quer aprender. É apaixonado e se entusiasma com a facilidade de uma criança.
Esse líder adora procurar sarna pra se coçar, enfiar o nariz onde não foi chamado e grudar num problema que ninguém quis resolver. É contagiante. Você não consegue passar perto dele sem ser abordado, agarrado e persuadido pela paixão com que ele tenta vender suas idéias.
Mas você não será criativo se continuar pensando do jeito mono hemisférico que treinou na escola. E nem se cair no equívoco dessa forma de trabalho em equipe que encontra em algumas empresas.
Nas empresas quadradinhas, trabalho em equipe é tudo aquilo que visa chegar a um resultado de consenso. Tá bom, você conhece alguma obra de arte pintada por uma comissão? Arte verdadeira é aquela que a genialidade de um artista pintou e foi reconhecida como tal por um grupo de pessoas. A equipe.
Dê a lista de autores de "Senhor dos Anéis", toque uma sinfonia composta pela equipe da qual Beethoven fazia parte, ou sugira ao Hamilton tentar ser campeão outra vez levando no cockpit o pessoal do box. Entendeu agora que equipe é uma soma de talentos individuais e não a sua diluição? Que equipe é um terreno que produz ouro, não amálgama?
Infelizmente muitos líderes não vêem assim. Eles estão mais para carpinteiros que enxergam seus subordinados como pregos numa tábua. É só perceber uma cabeça saliente e ele martela até ficarem todas iguais.
Posfácio: Tive um trabalho doido para colocar meus vídeos lado a lado e, principalmente, para sincronizar as falas, pois não uso nada sofisticado: Windows Movie Maker (para edição de vídeos) e Audacity (para edição de áudio) e um pouquinho de criatividade. Mas criativo mesmo é esse cara, mesmo que as vozes não sejam dele (é dublagem):
Do autor do vídeo: All the 4 beautiful voices belong to the men from Moosebutter. They are a professional a cappella comedy group from Utah, and were kind enough to assist me in the making of this video. Check them out and hear more hilariously awesome songs at http://www.moosebutter.com/
| Fora de Série : Outliers - Malcolm Gladwell O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de "fora de série"? Costumamos acreditar que trajetórias excepcionais, como a dos gênios que revolucionam o mundo dos negócios, das artes, das ciências e dos esportes, devem-se unicamente ao talento. Mas neste livro você verá que o universo das personalidades brilhantes esconde uma lógica muito mais fascinante e complexa do que aparenta. Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém "se faz sozinho". Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série - os outliers. Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo. Além disso, para se alcançar o nível de excelência em qualquer atividade são necessárias nada menos do que 10 mil horas de prática - o equivalente a três horas por dia (ou 20 horas por semana) de treinamento durante 10 anos. Aqui você saberá também de que maneira os legados culturais explicam questões interessantes, como o domínio que os asiáticos têm da matemática e o fato de o número de acidentes aéreos ser mais alto nos países onde as pessoas se encontram a uma distância muito grande do poder. Editora: Sextante Autor: MALCOLM GLADWELL ISBN: 9788575424483 Origem: Nacional Ano: 2008 Edição: 1 Número de páginas: 288 Acabamento: Brochura Formato: Médio | |
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Inovacao do outro mundo
Peter Druker: "Um negócio tem duas funções básicas: marketing e inovação. Marketing e inovação produzem resultados, o resto é custo". De marketing eu e você já estamos carecas de escutar, mas e de inovação? O assunto é novidade pra muita gente. E nem poderia ser diferente.
Quando foi a última vez que você inovou? Pode dar um exemplo? Demorou? Então é bom correr inovar. Não se preocupe -- ou se preocupe --, isso é comum à maioria das pessoas, negócios, empresas e até palestrantes. Falta tanta inovação que outro dia, acertando os detalhes de minha palestra com o diretor de uma empresa, ele suplicou:
-- Por favor, prometa que você não vai falar da TAM. Não aguento mais! Todo palestrante brasileiro só fala da TAM. Será que ninguém mais inovou no Brasil?
Concordo. Não é comprando um Airbus ou colocando um tapete vermelho na porta que a empresa vai inovar. Mas o valor do exemplo está no conceito, não na coisa em si. Porque se alguém tentar copiar o que o inovador fez deixa de ser inovação, concorda?
Inovar não é copiar. Inovar é sair fora do círculo de ação da competição e criar seu próprio mercado, seus próprios clientes, seu próprio futuro e seus próximos concorrentes. Inovar é desbravar novos territórios como faziam os Bandeirantes no Novo Mundo.
O problema é que inovar fica difícil se você achar que pode continuar fazendo o que faz, do modo que faz e para quem faz sem prazo para terminar. A falta de visão e previsão é o que leva a vaca pro brejo. O jeito é puxar as rédeas e mudar de rumo. Vaca não tem rédeas? Bem, então inove e coloque rédeas nela. Se você não guiar a Mimosa, quem vai guiar?
É aí que vem a confusão. Há dois tipos de inovadores: o que desbrava, como faziam os Bandeirantes, e o que vem atrás colonizando. O primeiro é aventureiro, sonhador, idealista. O segundo é pé no chão, racional, realista. Um precisa do outro e ambos criam o novo realizável. Se deixar só para o primeiro, no máximo vai sair uma obra de ficção. Se deixar para o segundo, ele vai achar que vender cigarros é um negócio de futuro.
E foi justamente o exemplo de uma tabacaria que a jornalista deu, quando me entrevistou sobre negócios que estão virando fumaça. O que um dono de tabacaria deveria fazer? Na minha opinião, apagar o cigarro, porque daqui a pouco vai ser social, ecológica e politicamente incorreto fumar até em incêndio.
Alguns ainda acreditam poder sobreviver vendendo jogos de tabuleiro, canetas tinteiro e canivetes suíços. Oras, cigarro é venda de volume e ainda que produtos assim pareçam preservar o clima de tabacaria, o negócio é completamente diferente. Salvo algumas lojas de elite, que sobreviverão, o resto já viu dias melhores. Sabe o que eu faria se fosse dono de tabacaria? Foi também o que a jornalista perguntou e quis saber.
Eu abriria uma loja de alimentos naturais, um restaurante vegetariano, uma farmácia de fitoterápicos -- qualquer coisa diametralmente oposta à mensagem que hoje é lei em qualquer ponto de venda de tabaco: O último que fumou... foice!
Ok, foi mal. Agora sério: uma tabacaria que muda para virar um templo de saúde vira notícia. Uma tabacaria que muda só para vender jogos de gamão vai ficar na mão. Ai! Outro trocadilho infame!
Mas fica aí a idéia, se você pretende inovar faça algo para ser notado, vá "explorar novos mundos, pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve".
Tá, eu confesso. Acabei de copiar a abertura da série Star Trek - Jornada nas Estrelas. Nem eu fui capaz de inovar aqui, nem o Capitão Kirk ali. Por que? Oras, mesmo com uma declaração de missão tão bonitinha, reparou que sempre que eles iam a algum lugar -- "onde nenhum homem jamais esteve" -- já tinha alguém lá?
© Mario Persona - Quer publicar Mario Persona CAFE em seu blog? Clique aqui para obter o código do gadget. Você também pode publicar o texto na íntegra em seu site, blog, jornal ou revista, desde que mantenha os créditos do autor e tenha um link apontando para www.mariopersona.com.br.
Quando foi a última vez que você inovou? Pode dar um exemplo? Demorou? Então é bom correr inovar. Não se preocupe -- ou se preocupe --, isso é comum à maioria das pessoas, negócios, empresas e até palestrantes. Falta tanta inovação que outro dia, acertando os detalhes de minha palestra com o diretor de uma empresa, ele suplicou:
-- Por favor, prometa que você não vai falar da TAM. Não aguento mais! Todo palestrante brasileiro só fala da TAM. Será que ninguém mais inovou no Brasil?
Concordo. Não é comprando um Airbus ou colocando um tapete vermelho na porta que a empresa vai inovar. Mas o valor do exemplo está no conceito, não na coisa em si. Porque se alguém tentar copiar o que o inovador fez deixa de ser inovação, concorda?
Inovar não é copiar. Inovar é sair fora do círculo de ação da competição e criar seu próprio mercado, seus próprios clientes, seu próprio futuro e seus próximos concorrentes. Inovar é desbravar novos territórios como faziam os Bandeirantes no Novo Mundo.
O problema é que inovar fica difícil se você achar que pode continuar fazendo o que faz, do modo que faz e para quem faz sem prazo para terminar. A falta de visão e previsão é o que leva a vaca pro brejo. O jeito é puxar as rédeas e mudar de rumo. Vaca não tem rédeas? Bem, então inove e coloque rédeas nela. Se você não guiar a Mimosa, quem vai guiar?
É aí que vem a confusão. Há dois tipos de inovadores: o que desbrava, como faziam os Bandeirantes, e o que vem atrás colonizando. O primeiro é aventureiro, sonhador, idealista. O segundo é pé no chão, racional, realista. Um precisa do outro e ambos criam o novo realizável. Se deixar só para o primeiro, no máximo vai sair uma obra de ficção. Se deixar para o segundo, ele vai achar que vender cigarros é um negócio de futuro.
E foi justamente o exemplo de uma tabacaria que a jornalista deu, quando me entrevistou sobre negócios que estão virando fumaça. O que um dono de tabacaria deveria fazer? Na minha opinião, apagar o cigarro, porque daqui a pouco vai ser social, ecológica e politicamente incorreto fumar até em incêndio.
Alguns ainda acreditam poder sobreviver vendendo jogos de tabuleiro, canetas tinteiro e canivetes suíços. Oras, cigarro é venda de volume e ainda que produtos assim pareçam preservar o clima de tabacaria, o negócio é completamente diferente. Salvo algumas lojas de elite, que sobreviverão, o resto já viu dias melhores. Sabe o que eu faria se fosse dono de tabacaria? Foi também o que a jornalista perguntou e quis saber.
Eu abriria uma loja de alimentos naturais, um restaurante vegetariano, uma farmácia de fitoterápicos -- qualquer coisa diametralmente oposta à mensagem que hoje é lei em qualquer ponto de venda de tabaco: O último que fumou... foice!
Ok, foi mal. Agora sério: uma tabacaria que muda para virar um templo de saúde vira notícia. Uma tabacaria que muda só para vender jogos de gamão vai ficar na mão. Ai! Outro trocadilho infame!
Mas fica aí a idéia, se você pretende inovar faça algo para ser notado, vá "explorar novos mundos, pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve".
Tá, eu confesso. Acabei de copiar a abertura da série Star Trek - Jornada nas Estrelas. Nem eu fui capaz de inovar aqui, nem o Capitão Kirk ali. Por que? Oras, mesmo com uma declaração de missão tão bonitinha, reparou que sempre que eles iam a algum lugar -- "onde nenhum homem jamais esteve" -- já tinha alguém lá?
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| Gigantes das Vendas - RAUL CANDELORO, LUIS PAULO LUPPA Livro inédito que reúne as dicas e conselhos dos 50 maiores nomes em vendas no Brasil. Segundo experientes empresários, a área mais importante de uma companhia é a de vendas - mais até do que a presidência. A edição é histórica, já que nunca tantos nomes estiveram reunidos numa única obra. Quem está no livro: Alberto Centurião / Ana Maria Monteiro / Antônio Braga / Antonio de Jesus Limão Ervilha / Carlos Hilsdort / César Frazão / César Romão / Ciro Bottini / Cláudio Diogo / Cláudio Tomanini / Edmour Saiani / Eduardo Botelho (in memoriam) / Eduardo Kirmayr / Erik Penna / Eugênio Sales Queiroz / Evaldo Costa / Fernando Lucena / Francisco Alberto Madia / Hamilton Bueno / Idalberto Chiavenatto / João Alberto Costenaro / João Baptista Vilhena / José Luiz Tejon / José Teofilo Neto / José Zetune / Lair Ribeiro / Luis Paulo Luppa / Luiz Augusto Costacurta Junqueira / Luiz Alberto Marinho / Marcelo Caetano / Marcelo Pinheiro / Márcio Miranda / Marco Aurélio Vianna / Mário Persona / Maurício Góis / Moacir Moura / Ômar Souki / Paulo Angelim / Paulo Araújo / Paulo Ferreira / Paulo Roberto Kendzerski / Pio Borges / Prof. Gretz / Prof. Menegatti / Raúl Candeloro / Sérgio Almeida / Sergio Buaiz / Sergio Dal Sasso / Takeshi Jumonji / Tom Coelho. | |
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