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Meu segundo livro nasceu de papel passado. Numa época de tanto e-book e documento digital, é preciso avisar que o livro é impresso. Como num desenho animado recém lançado, cujo diretor entrevistado explicava que era feito à mão. Uau! Um desenho feito à mão! Com lápis e papel?! Que paciência!

Pois é, depois da evolução vem a revolução antes da involução. Damos uma cambalhota e começamos a olhar saudosos para trás. Assim é meu novo livro e assim são as histórias nele. Crônicas, como a que vai ler mais abaixo. Resgatando a velha arte de contar histórias ao redor da fogueira, ainda que hoje a fogueira seja eletrônica.

Num momento em que se discute a competição entre a Internet e a mídia impressa, modelos híbridos como o que adotei têm dado certo. Minhas crônicas são publicadas por uma centena de sites, jornais e revistas. Isto as leva semanalmente a mais de um milhão e meio de leitores (total das tiragens), e é meu principal veículo de publicidade.

Depois, as melhores são editadas e reunidas em formato livro, como fiz com "Crônicas de uma Internet de Verão", lançado em novembro passado pela Futura/Siciliano. Meu segundo livro, "Receitas de Grandes Negócios", segue o mesmo modelo. Semelhante ao adotado por Roy Williams, autor da trilogia "Wizard of Ads" com dois de seus livros já publicados no Brasil também pela Futura/Siciliano. Apesar de compilações de suas crônicas semanais, já ocuparam a lista de best-sellers do NY Times e Wall Street Journal.

Fica aqui a idéia para quem produz e dissemina conhecimento. Não há como negar o fato de que seus textos serão livremente copiados, emprestados, compartilhados, linkados, publicados, etc nesta grande rede. Mas sempre existe uma maneira de se aproveitar a força que isto tem. Como no judô, o segredo não está em resistir, mas em aproveitar o impulso dado pelo adversário. E, além do mais, nada como um bom livro de papel para ler no banheiro. Quem já tentou fazer isto com um computador no colo que o diga. Agora leia "Você já ouviu a história do..."
NASCEU! A Editora Futura acaba de lançar "RECEITAS DE GRANDES NEGÓCIOS", de minha autoria. O livro de 104 páginas custa R$ 15,00 e já começa a ser distribuído para as livrarias, mas você já pode comprá-lo pela Internet na Siciliano. Lá você também encontra meu livro anterior, "Crônicas de uma Internet de Verão". Eles costumam ficar triste se forem separados, portanto peça os dois.

Como o "RECEITAS DE GRANDES NEGÓCIOS" tem um custo muito baixo, aproveite para comprá-lo às dúzias para dar de presente a seus clientes e fornecedores. Sabe aquela agenda chata de final de ano? Esqueça. O pessoal já está usando Palm e agendas eletrônicas. Dê um livro. Se quiser uma quantidade muito, muito mesmo (uns mil exemplares), você pode até consultar para ver se a editora publica uma edição especial, com o logo de sua empresa.

Para compras em outras quantidades, livrarias, etc. (unitário, vá direto ao site), solicite desconto diretamente da Editora Futura (Siciliano) pelo telefone (11) 3649-4783. Você encontra mais detalhes sobre o livro AQUI.
O recente escândalo de mais uma empresa, uma gigante das telecomunicações nos EUA, me deu uma idéia. Comecei a lançar, no canhoto do talão de cheques, os meus investimentos. O cheque para pagamento de água e luz entrou como investimento em infra-estrutura. Telefone e Internet, investimentos em telecomunicações. Gasolina? Investimento em transportes. O supermercado entrou como investimento em barriga. O departamento que mais cresce hoje, sem nenhum sinal de recessão em curto prazo.

Infelizmente o banco parece não entender minha contabilidade moderna, e enquanto as ações de minha empresa crescem em valor, meu saldo no banco diminui. Talvez seja apenas um problema de comunicação entre as diferentes empresas de consultoria que eu e o banco contratamos. Um problema que poderá confundir meus investidores. Se o banco contratar os consultores certos, tudo estará resolvido. Não é um problema de números, mas de ponto de vista ou, falando mais bonito, do método de análise adotado. E tem gente que ainda chama isso de capitalismo selvagem. Eu chamo de criativo.

Numa visita a um site para entender como foram feitos os efeitos de “Senhor dos Anéis”, fiquei impressionado com o número de pessoas envolvidas com miniaturas. Que miniaturas? Seriam os anéis? Ou os baixinhos? Não eram. Todas aquelas construções imensas podem ser medidas em palmos. Sem contar as que são medidas em bits. O que parece grande nem sempre é. A arte está em parecer que é, não em ser. Ou parecer que tem, quando o que se tem são números apenas. Muitos com valor nominal, porém poucos em essência real.

O problema começa quando quem trabalha demais na construção dos cenários acaba acreditando que eles existam de verdade. Assim é com a qualidade. Tem quem tem, e quem tem números para mostrar. Por isso sugiro uma reflexão sobre o assunto em “Fuzzylando a qualidade total”.
Quando é que a criatividade excede a função? Acho que é quando deseja aparecer na mídia e ter seus quinze minutos de fama. Assim é com empresas que vivem criando novas estratégias, soluções, divagações que nem sempre saem do papel. Papel jornal. Não que isto não tenha algum valor. É claro que tem. Pode servir como teste de mercado, desde que não deixe indagações sobre a ingenuidade e inteligência do cliente.

Terá sido isto que aconteceu com o Mail-Well Safety Envelope? Trata-se de um envelope para correspondência lançado por um grande fabricante norte-americano logo que aconteceram os atentados com antraz. A idéia parecia genial e original numa primeira análise. Julgue você.

Sabe aquela janelinha transparente que alguns envelopes têm para poder enxergar o endereço da correspondência que está dentro? Pois é, o princípio é o mesmo. Só que, além da janelinha, a empresa criou também uma borda inferior transparente. Assim, quando uma pessoa recebesse alguma carta de um terrorista, podia simplesmente verificar se havia um pozinho branco depositado no fundo do envelope.

As primeiras notícias na época falavam em encomendas de milhões. Tenho minhas dúvidas. Não acredito que existam tantos terroristas assim nos Estados Unidos. Ou que decidam usar os novos envelopes. Aproveite para ler "Criando de cabo a rabo".
Se você liga para mim, anote meu novo telefone: (19) 3443-1900. O celular continua (19) 9718-2973 mas deve mudar em breve. Eu continuo o mesmo.

Dizem que é fácil distinguir uma planta de uma erva daninha. A primeira você rega e ela morre. A segunda você arranca e ela volta. O segredo da manipulação genética estaria em transformar plantas em ervas daninhas e vice-versa. Unir a utilidade de uma com a vitalidade da outra.

É impossível ter só plantas na plantação. E nem é bom. No passado minha cidade era cercada por laranjais. Nunca descobri se a cidade se chama Limeira porque tinha muitos laranjais ou se tinha muitos laranjais por se chamar Limeira. A lenda conta que um frei morreu por aqui enquanto acompanhava os bandeirantes. Como levava um saco de limas para combater a febre, e morreu da dita cuja, foi enterrado com as limas no saco. Ali nasceu a limeira.

Não sou tão velho, portanto não vi essa limeira. E de bandeirantes só conheço a rodovia. Mas os pomares que vi na infância eram limpos como um terreiro de café. Até alguém descobrir que um pouco de mato até fazia bem e os pomares ficaram mais verdes. Outros descobriram culturas associadas, uma ajudando a outra. E os pomares viraram plantações.

Essa engenharia agronômica acontece nas empresas. Há pragas que não têm solução, mas há casos de culturas que se complementam e se ajudam. Saber formar essa mescla -- transplantar de cá para lá -- é o dedo verde que todo profissional de RH deve ter. Como na gestão do conhecimento, ciência que não pode ser decapitada da gestão de cabeças. Como você lê na crônica de hoje, “Gestação do Conhecimento”. Boa leitura e bons negócios.

Voltei às raízes ao falar de marketing pessoal para um auditório com algumas centenas de arquitetos e designers de interiores em Recife. Digo isto porque sou arquiteto, embora não esteja arquiteto. Na palestra, "O poder do marketing pessoal e de relacionamento" que aborda um tema importante para qualquer profissional liberal, enfatizei a necessidade de mudança de postura para o profissional enfrentar um mercado extremamente competitivo. Mudança, não para algo inédito, mas para a postura que muitos profissionais já adotaram há anos. Como é o caso da arquiteta Janete Costa.

O evento, promovido pela UNNA - Unidade de Especialistas em Interiores, e realizado pela Realizatto, foi aberto com uma homenagem a esta arquiteta que deixou uma marca indelével na arquitetura brasileira. Responsável por centenas de projetos e reconhecida principalmente pela valorização e integração do artesanato brasileiro à arquitetura, Janete assinou também projetos de restauração de sítios históricos como o Teatro Arthur Azevedo e Palácio dos Leões, ambos no Maranhão, e Solar do Jambeiro, em Niterói.

Mas que postura é esta? A resposta eu tive após a palestra, quando o designer de interiores Guilherme Eustáchio levou-me para a festa de aniversário de Janete. Fiquei impressionado. Grandes nomes da arquitetura e design estavam lá. Tinham preparado aquela tremenda comemoração para a arquiteta. Percebeu? Janete Costa, que comemorava setenta anos, ensinou boa parte daquela gente. Plantou sementes de conhecimento em dezenas de mentes que hoje reconhecem levar em seu traço o DNA da mestra. Não reteve para si, e hoje colhe os frutos de sua postura de compartilhar conhecimento.

Uma postura cinco estrelas, como deve ser também uma “Embalagem cinco estrelas”. Boa leitura e bons negócios.

Tenho pensado muito em comunicação ultimamente. Essa atividade que torna comum a todos o que nasceu com um. Quanto de investimento em comunicação fazemos em nossas empresas? Ou em nossa vida pessoal? Na carreira profissional? Há quem pense que investir em comunicação é comprar celular. Ou espaço na televisão.

A revista Time traz como matéria de capa “Enquanto a América Dormia”, uma alusão aos preparativos para o ataque ao World Trade Center. Algo que acontecia enquanto ninguém percebia. Ou não foi bem assim.

A matéria revela uma série de falhas na comunicação entre as agências do governo norte-americano ou na interpretação da informação. Sim, fica mais fácil detectar isso agora, mas será que minha professora de história tinha razão? Dizia que estudávamos o passado para entender o presente e saber planejar o futuro. Ou algo assim. Também não prestei muita atenção.

Falta atenção para com a comunicação nas empresas. Comunicação com funcionários, sindicatos, clientes, sociedades civis, órgãos públicos, fornecedores, parceiros, representantes, distribuidores, acionistas, instituições financeiras, imprensa... a lista é imensa. Algumas empresas começam a se preocupar com isso só quando a casa cai. Apagando incêndios de crises que possam comprometer sua imagem.

A crônica de hoje tem um pouco disso - comunicação - e um pouco de outras coisas, como visão e liderança. Mas acho que vou voltar ao assunto nas próximas. É importante demais para ser demais. Palavra que também está no título da crônica de hoje. Fique continue lendo, porque “Nenhuma ponte é longe demais”.

Mais de duzentos olhos me fixavam, atentos, no auditório da G.D do Brasil, uma grande indústria de máquinas. Minha palestra, “A Satisfação do Cliente como Ferramenta de Lucratividade”, faria a abertura da 1a. Semana da Qualidade. A responsável pelo RH da empresa revelava uma natural apreensão. A “Semana da Qualidade” estava sendo aguardada com ansiedade. Nada poderia dar errado. Nem eu.

Do palco improvisado em uma área da fábrica, eu podia perceber as expressões de cada colaborador da empresa. Estavam ávidos por conhecimento, idéias, rumos. Uma disposição muito diferente daquela encontrada em algumas empresas de alguns anos atrás, quando eventos eram encarados como entretenimento. Hoje todos começam a se sentir donos do negócio. Sabem que nenhuma empresa funciona sem pessoas e que estão ali para fazer a empresa funcionar. E lucrar.

A tônica da palestra era a rapidez das mudanças e a inadequação dos profissionais de hoje aos velhos paradigmas, quando ninguém pensava em trabalhar com sinergia, criando empatia dentro e fora da empresa. Mas não usei as palavras “paradigma”, “sinergia” ou “empatia”, o famoso trio que alguns acreditam acrescentar prestígio a uma palestra de sucesso. Mas falei de romper com o passado, ligar com o presente e se encantar com o futuro. O trio que não pode faltar em uma empresa de sucesso que acrescenta prestígio a quem nela trabalha.

Para isso acontecer, trabalha-se cada vez mais dentro do conceito de time: pessoas com diferentes habilidades e competências chutando uma mesma bola para um mesmo lado. Um relacionamento com unanimidade de visão, essa coisa que atrai o esforço de todos na mesma direção. Fazendo com que todos "vistam a camisa". Ao contrário do Francisco, que não vestiu camisa alguma. Veja em “Aquecendo as vendas”.
Decidi aguardar a passagem do feriado e o início da copa para colocar minha bola em jogo. Com tanta bola correndo de madrugada, ninguém iria dar bola para minha crônica. Estava pronta, mas sai agora. Isso me deu tempo para fazer os ajustes necessários em meus dois sites para a mudança do provedor de domínio. Agora meu site profissional www.mariopersona.com.br e o site pessoal www.stories.org.br estão hospedados na Locaweb , junto com mais uns 16 mil e tantos sites.

Nesta segunda devo estar em Recife para a palestra de abertura da Primeira Semana Pernambucana de Arquitetura e Design de Interiores, que começa dia 3 e vai até 7 de junho. Vou falar de Marketing Pessoal e de Relacionamento. Waldemar Niclevicz fala no dia 4 de como conquistar seu Everest, um assunto que ele conhece bem, já que foi o primeiro brasileiro a escalar o K-2. Dia 5, Dulce Magalhães traz Gestão da Competência e no dia 6 Leila Navarro fala do Talento para ser Feliz.

Ethel Bauzer Medeiros encerra o evento no dia 7, com Qualidade de Vida. Com a experiência de uma profissional que está com 77 anos, tem 17 livros publicados e é considerada a versão feminina de Peter Drucker. Informações em na Realizatto.

É interessante o número de e-mails que recebo de leitores que dizem gostar mais do prefácio do que da crônica. Um e-mail dizia, “Mais ainda do que de suas colunas eu gosto das introduções que sempre são muito humanas, apesar de dirigidas principalmente às pessoas de negócios, são muito criativas, com conteúdo já quase filosófico e mostram um pouco do que você é. Uma pessoa que não passa só pela superfície da vida e sim, que vai fundo na natureza do ser humano.”

Na vida ou nos negócios, o comportamento humano é sempre... humano! Com todos os nossos erros e acertos, falar de marketing é falar de como impressionar humanos com produtos feitos por humanos. Algo que nem sempre conseguimos com perfeição, mas a gente vai levando. Como diriam o Chico e o Caetano,

“Mesmo com toda cédula, com toda célula,
Com toda súmula, com toda sílaba,
A gente vai levando, a gente vai tocando,
a gente vai tomando,
A gente vai dourando essa pílula!”


Pílula essa nem sempre doce, porque às vezes é preciso mudar. Não porque queremos, mas porque o mercado exige. E chega a hora em que somos levados pelas contingências a nos divorciar da velha ordem de coisas para tentar sobreviver em um meio que ainda nos é escuro e hostil. Acostumados à vida mansa do passado, quando a maior decepção era ganhar brinquedo do Papai Noel e ler na caixa “Pilhas não inclusas”, descobrimos que há coisa pior. Como ganhar uma embalagem de pilhas com os dizeres “Brinquedo não incluso” (acho que li isso em algum lugar).

Mas nem de pilha eu falo em minha crônica. O momento está mais para sair de vela na mão e torcer para não ventar antes de mudar. O assunto é “Pra quê mudar, mudar pra quê?” Boa leitura e bons negócios.
Mudar sempre, é o que sempre digo. Mas nem imaginava precisar mudar tão rápido, em menos de uma semana. Estou falando de um livro que anunciei em meu site.

Costumo receber consultas de clientes para livros personalizados em tiragens reduzidas. Geralmente para serem adquiridos com uma palestra minha, e distribuídos com alguma identificação e mensagem da empresa anfitriã.

Por isso decidi reunir uma seleção de crônicas que falam de mudanças, inovações, comunicação, marketing e desenvolvimento pessoal e profissional. Título? "Gestão de Mudanças em Tempos de Crise - Coletânea de crônicas para mudanças agudas".

Nem bem anunciei o novo livro em meu site, comecei a ter coceiras no cérebro. O texto é extremamente positivo, mas o título ficou negativo demais para uma empresa presentear seus clientes. A palavra "crise" é feia.

Como o tema é gestão de mudanças, e as crises são portais de oportunidades, não hesitei em mudar o título. Na arte da capa, carimbei "OPORTUNIDADES" sobre a palavra "CRISE". E agora minha pequena crise no título é a oportunidade que você tem de conhecer o livro clicando aqui.

A princípio, este livro NÃO será vendido em livrarias. É apenas para tiragens exclusivas para empresas. Nas livrarias você encontra "Crônicas de uma Internet de Verão" e, a partir de Julho, "Receitas de Grandes Negócios", um "must" para ser lido por todo empreendedor. Todos eles com o selo Futura.

Moral da história: se precisar mudar, mude já. Antes que tenha problemas com o câmbio, como eu tive em minha crônica "A influência do câmbio nos negócios".

O Segundo Encontro de Comunicação e Marketing do Setor Elétrico, no qual fiz a palestra de encerramento, foi um marco para a comunicação do setor. Se antes quase ninguém se importava com o que acontecia atrás do interruptor ou da tomada, hoje sabemos a importância que têm os serviços de geração e distribuição de energia. Por tabela, cresce a importância das áreas de comunicação dessas empresas. Como alguém comentou, é quando a cerveja está quente e o banho está frio que damos valor à eletricidade.

Tive a oportunidade de conversar bastante com outro palestrante, Jack Corrêa, vice-presidente de assuntos governamentais da Coca-Cola e autor do livro "Sem Cerimônia", e guardei na memória uma frase que repetiu. É quase um mantra na comunicação da marca: "Tudo Comunica", é o lema. Você encontra mais sobre isso no livro "O Fim do Marketing" de Sérgio Zymnan, criador de campanhas de sucesso da Coca-Cola.

Cada ação, postura, imagem, ruído, luz, sombra ou palavra serve para comunicar o que a empresa é e o que faz. É o conjunto dessas coisas que cria na mente das pessoas a indelével imagem de uma marca. Ou, como expressou Jaime Troiano, marca é uma espécie de contrato virtual que assinamos com nosso público. Mais pelas cláusulas que ele lê, do que pelas que nós escrevemos.

Por falar em escrever, devo desculpas aos meus leitores por não ter escrito. Fiquei devendo uma crônica semanal há alguns dias. Comecei a escrever em um dos aeroportos por onde passei, mas só hoje consegui terminar. Fala justamente de atendimento ao cliente, que deve ser algo melhor do que faço aos leitores. Como normalmente os olhos vêem além de onde os pés alcançam, fico à vontade para escrever sobre o atendimento ideal e essencial, que também persigo. Fique com "A essência de um atendimento essencial".
Conheci o Dr. Martin Pörtner há um ou dois anos em um evento em São Paulo, no lançamento do portal Palavra.com, onde ambos aparecemos como palestrantes. Não foi difícil reconhecer aquele médico de cabeças de longe. Sua estatura lhe dava uma cabeça de vantagem acima da multidão.

De lá para cá muitas coisas aconteceram e decidimos que podíamos brincar com a fórmula C=MP2 (o "C" para criatividade, o "MP ao quadrado" para nossas iniciais) para ver no que dava um neurologista e um arquiteto metidos a marketeiros. Surgiu o www.duel.blogspot.com -- Um Embate de Neurônios Unindo os Hemisférios. Um blog onde eu e o Martin duelamos com idéias.

Se você chegar lá agora, é bom começar de trás para frente, como em todo blog, para pegar o fio da meada. Mas não se iluda. Aquilo que parece não passar de papo cabeça, tem um destino mais ou menos traçado para se revelar numa das mais fascinantes formas de se abordar os efeitos do marketing na mente e da mente no marketing.

Isso feito por dois profissionais de mentes (atente para o espaço!), um tentando descobrir como as mentes processam o marketing e outro, como o marketing processa as mentes. Se você está confuso, ainda não viu nada. Enquanto o papo cabeça corre no www.duel.blogspot.com, tentando descobrir formas de se aumentar o público para o seu negócio, é hora de ler a crônica da semana: "E por falar em público..."

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