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O problema e' seu

Gostei tanto do YouTube que estou adorando brincar de TV. Até comprei uma câmera digital para substituir a velha VHS, além de outra, pequenininha assim, só para levar em viagens e filmar ideias. Sinto-me nos tempos do Autorama. Não conhece? Era um videogame de corrida de carro que a gente jogava quando ainda não existia videogame.

Construindo pontes para o aprendizado

Quando meu filho era pequeno, entrou para uma escola onde a professora era apenas dois anos mais velha. Aos quatro anos de idade ele já estava alfabetizado e qualquer passeio de carro pelas avenidas era acompanhado de uma locução vinda do banco de trás que dava voz aos outdoors. Era ele lendo as propagandas, do jeito que a irmã ensinou e a curiosidade incentivou.

O que fazer quando o mundo não acaba

Muita gente esperava pelo fim do mundo que não veio na data marcada. Sim, digo muita gente, porque existe um desejo secreto em cada um de nós de não precisarmos voltar a trabalhar na segunda-feira. Ou você não reparou que o fim do mundo da profecia Maia caiu numa sexta? E agora, o que fazer já que o mundo não acabou?

Inventores

Quando aprendi a ler não queria ser escritor, mas inventor, o que não deixa de ser a mesma coisa, só que diferente. O inventor descreve o que inventa e o escritor inventa o que descreve. O primeiro precisa provar que funciona, o segundo não.

Meio estilo

Antes de querer ser palestrante eu quis ser escritor. Apesar de escrever desde que aprendi a escrever -- e ter um poema em inglês publicado aos 17 anos de idade -- foi na década de 1990 que encontrei meu estilo. Bem, chamar de "meu estilo" é muita pretensão, porque "meu estilo" eu copiei de alguém muito melhor do que eu. De quem? De um que dizia: "Você só consegue explicar aquilo que entendeu".

Conversa de elevador

Escrevo do quarto do resort onde estou hospedado para ministrar uma palestra daqui a pouco e falar de vendas e mudanças para representantes comerciais. Acordei cedo, fui ao restaurante tomar café e cumprimentei com um "bom dia" a todos os que fizeram contato visual. Eu não sabia quem era ou não do evento, portanto o melhor foi sorrir e cumprimentar geral.

Habitos tecnologicos

Todos temos hábitos, alguns adquiridos na infância e abandonados para o bem da convivência em sociedade. É normal um bebê soltar pum em público, mas depois de crescido ele aprende que isso não convém, principalmente em um local fechado e apinhado como um avião. Mas em todo voo tem sempre alguém que se esquece de desligar o celular, além do hábito pueril.

Acabou o papel!

"ACABOU O PAPEEEELLL!" Quando um grito assim ecoa pela casa todos sabem que a coisa é séria. Isso se existir mais alguém por perto, caso contrário a situação passa de séria para extremamente grave. Como fazer sem papel? Não há como.

Independencia e Sorte

Gosto de ensinar. É gratificante poder dar algo a alguém. Principalmente conhecimento, que você não subtrai quando divide, mas soma e multiplica. Hoje ensino marketing para universitários. Mas já lecionei de tudo um pouco numa escola secundária. Foi há mais de trinta anos, quando eu era professor voluntário no mais interior dos interiores, muito além das Gerais dos Inconfidentes.

O Pintor em minha janela

Café também é arte. Há alguns anos criei o blog "O Pintor em Minha Janela" onde publicava algumas meditações baseadas no que eu via através da janela de meu apartamento. Quem é o "Pintor"? Aquele que todos os dias cria uma nova obra de arte a partir de um único motivo: a paisagem que vejo da janela. Se você me conhece dos outros sites e videos que produzo, como "O Que Respondi" e "O Evangelho e 3 Minutos", já deve ter percebido que não me canso de falar desse Pintor ou de sua habilidade.

A nuvem

Meu e-mail estava mais lento que o normal. Entendi a razão da lentidão quando percebi que o amigo que viajava pela América do Sul tinha enviado um anexo gigantesco. "Seria a Cordilheira dos Andes?" -- pensei. Não, não era uma montanha de rocha, mas das fotos que ele tirou por lá. Mal sabia eu que no dia seguinte receberia outra montanha, depois outra... até uma cordilheira fotográfica entupir meu computador.

A expansao do ser humano

Há mais de quarenta anos o homem chegava à Lua. Foi um momento de conquista e glória para a humanidade. Finalmente tínhamos alcançado as alturas. Agora tudo indica que o ser humano está empenhado em alcançar as larguras.

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